Conto Sem Título - DoceGP  

Conto Sem Título

A noite anterior foi uma merda, nada me faz crer que ele poderia se quer sentir algo por mim, quando ele chegou mais uma vez o coração para e volta, e toda vez é isso, não sei o que acontece, as mãos começam a tremer, e quando sua boca toca meu rosto com um beijo suave de boa noite, correntes elétricas são disparadas por todo o corpo, e não pense que isso é algo romântico, está bem longe disso, o lado sexual o tesão falam tão alto que amor não tem vez e é bem melhor assim. Estou em uma zona segura, sei que não vou me machucar se fizer tudo certo dessa vez, sei que o tesão é menos corrosivo do que a paixão. E esta tudo sobre controle desde que não entre sentimento nenhum. A química é perfeita num tempo errado e algumas pessoas notam isso, sabem que ele não vale nada, e que já não existe mais um coração neste corpo que sua alma habita. Fui no quarto pegar minha bolsa, precisa a retocar minha maquiagem, ao voltar deparo com ele no corredor aonde as câmeras não pegam, eu sabia que ele me espera e isso fez eu diminuir o passo, fiquei morrendo de medo, aquele sorriso torto encheu seu rosto e vi ali o desejo se formando, se ele pudesse, se existisse tempo pra isso ele teria sem duvidas arrancado ali mesmo minha roupa, teria me fodido com muita força, mais aquele não era o momento não havia tempo, mas seu beijo urgente mostrou a que ele veio, e não estava brincando, suas mãos alcançaram minha nuca me fazendo gemer, com um beijo de tirar o fôlego se foi, e me cérebro com toda certeza parou, porque minhas pernas não obedeceram, a cena deu replay umas 3 vezes em 1 segundo, que foi o tempo que levei, pra sair em direção do banheiro, o salão estava vazio, havia apenas algumas meninas, que graças a Deus estavam distraídas mexendo em seus telefone. Passei batido e a ri a porta num átimo, a pele do rosto agora formigava, e todas as minhas terminações nervosas estavam em choque. “Não era possível, como ele pôde? Ele não pode fazer isso, vi o surto que a mulher dele deu com uma amante aqui mesmo da boate…” Voltei, parada de frente para o espelho, ainda vermelha, limpei o borrado do batom, ajeitei minha roupa, e voltei ao balcão, peguei um cigarro, e lá estava o sorriso torto que me tirava o fôlego, descaradamente ele me olhou nos olhos e riu, “Ele não presta”, pensei sorrindo de volta. Tentei manter a paz e atender os clientes de boa, o primeiro foi bem chato até o fechamento do programa. Por fim terminei mais alguns, e todas as vezes que olhei em sua direção seus olhos pairavam em mim, olhavam com um desejo quase doentio, desejo esse que era quase palpável. Por fim a noite acabou, e eu já não via a hora, pensei nas promessas da noite, subi ao meu quarto, fui tirando a roupa e entrando no banheiro, tomei um banho rápido passando sabonete íntimo queria estar perfeita, finalmente sai do banho me vestindo com uma calcinha confortável e uma blusa que parecia um vestido, desci pois ainda havia uns clientes na casa, fiquei enrolando lá embaixo, até que resolvi subir, me enrolei nas cobertas de um jeito que minha bunda ficasse empinada, adormeci mais rápido do que imaginei.
Me deparei com ele no quarto, seu perfume logo inebriou o lugar, me fazendo respirar fundo várias vezes, suas mãos tocaram meu corpo me fazendo arrepiar, delicadamente ele fazia desenhos em minha pele, me fazendo de tela, molhou sua arte com beijos suaves, alguns me fazendo arfar com desejo que estava tão nítido quando úmido… Escuto sua voz longe afirmando que viria, “Me espera gostosa, vou levar o amigo e já volto, hoje você não me escapa” disse entre sussurros e beijos em minha nuca, nesse instante notei que eu estava sonhando e fui literalmente acordada pelo próprio.
O dono dos meus sonhos por quase 2 meses, estivera mesmo aqui em quarto me prometendo sua volta. Mesmo semi acordada sei que foi real, e logo logo eu iria acabar com esse desejo louco de nós dois um pelo outro.

Vai em sono leve, aí da escutava a música que tocava em meus fones de ouvido, Arctic Monkeys tocava levemente ao fundo… E já tinham passado umas três músicas quando ouvi o baque da porta, continuei imóvel, e não foi nada do que eu imaginei.
Seu hálito quente foi de encontro com minha nuca, sua boca me beijava urgentemente, como se a qualquer momento fôssemos ser pegos, e isso deixou a cena muito mais excitante, ele desceu pelo meu corpo e me chupou, e brincou com os dedos em meus peitos enquanto fazia isso, foi inevitável os gemidos incessantes que começaram a romper em minha garganta, eu queria mais, forcei seu rosto ainda mais pra dentro de mim, não iria demorar pra que eu gozasse, nada que eu já tenha feito a meses se comparou com aquilo, sua língua trabalho até que uma eletricidade fora do comum tomou conta de mim, e sabia que não ia aguentar por muito tempo, ele percebeu, saiu de mim, tirou sua calça, e pela primeira vez depois de algum tempo eu vi outra mão que me fizesse pirar, nunca tinha reparado, mas suas mãos e braços eram o conjunto perfeito com aquele relógio de ouro, uma pulseira completava a cena, e eu queria muito, muito mesmo que ele me pegasse com ela, ainda olhando sua mão, meus olhos agora desviaram pra algo bem mais interessante pelo menos agora, seu pau grosso, e suculentamente gostoso, puxou meu cabelo, e eu chupei com vontade, eu queria isso, queria ele inteiro dentro da minha boca ou qualquer outra parte de mim, ele gemeu, e eu sorri ainda com ele pulsando na minha boca, ele reclamou, pediu pra parar, que se não ele iria gozar, e eu queria muito mesmo que ele fizesse isso, mas logo ele tirou meu brinquedo de meus lábios, abriu minhas pernas e entrou com força, eu arfei, ele me beijava e investia com tudo pra dentro, algo me incomodava, ele ainda estava de blusa, tirei, agora sim, as costas o toque de minhas mãos em sua pele, e seu corpo se movimentando cada vez mais forte contra o meu. Ele me xingava, e eu a essa altura já havia perdido as contas de quantas vezes tinha gozado, como eu queria aquilo tanto quanto ele, trocamos a posição, depois de algum tempo, pediu que eu fosse por cima, e sem dúvida umas das minhas melhores performances era por cima, então dei o meu melhor, e foi o melhor porque dessa vez eu queria, não estava sendo paga, não era uma obrigação, era tesão, desejo, vontade. Sentei e comecei num ritmo lento e forte, pra ele não se assustar, e depois comecei a quicar com mais rapidez, fui travada. (Risos) Ele pediu que eu parasse, aquele sorriso torto, mãos que me puxam pra baixo, a posição mudou novamente agora ele queria que eu ficasse na mesma posição porém de costas, fiz sem reclamar, e dessa vez eu quase gozei novamente, ele notou, e começou um vai e vem de baixo pra cima que me fez respirar e me concentrar várias vezes, mudamos de posição ele não queria gozar, sabia que terminaria, me colocou de quatro sem esforço, acho que ele estava com tanto tesão em mim, que tinha necessidade de fazer o cama sutra inteiro comigo, e eu queria mesmo que ficássemos até o dia seguinte fodendo igual a loucos, ele meteu sem pena quando me pôs de quatro, e eu gemi e pedi que me batesse, essa vontade de apanhar que não me larga, e ele por sua vez entendeu bem meu ritmo, começou com tapas leves, nossa leves demais, pedi que batesse com mais força , o desafiei queria mais, e agora sim estava do jeito que eu queria, e o gozo se formou rápido, mais rápido ainda quando ele pediu pra meter na bunda, segurou minha nuca com força e entrou atrás de mim devagar mas decidido, eu gozei com força total, senti seu corpo relaxando quando seu pau latejou dentro de mim, e ouvir seu gemido foi uma das coisas mais gostosa da vida, e nossa isso me fez gozar mais uma vez antes dele tirar.
Tudo terminado e não tínhamos tempo, ele tinha compromissos, mesmo assim ainda tomou banho, e me beijou, e aquele beijo não era uma despedida era uma reticências sabia que isso era só o começo de uma relação dolorida.

Sim dolorida, não podemos é proibido e por isso que é tão surreal, eu não quero me envolver, mas se for pra ser desse jeito insano que seja, não irei me privar ele se despediu, e eu quase não tinha forças pra me levantar, precisava tomar banho, me obriguei a levantar, fui até o banheiro e deixei que água escaldante percorresse pelo meu corpo entorpecido, não queria mais sair dali, porém haviam coisas a se fazer. Sai do banho precisava dormir um pouco, me enxuguei e tive um hora de sono antes de sair.

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